Conheça as tendências que vão reger o mercado nos próximos anos

Tempo de leitura: 4 minutos

 

Com a propagação da tecnologia, as empresas estão criando novas formas de negócio e de se comunicar com o seu cliente. Esse último cada vez mais exigente e precisando ser atendido de forma mais rápida e qualificada. Se você deseja ingressar nesse novo mundo, em que a sua empresa terá um maior rendimento e uma maior aproximação com o seu cliente, confira essa lista de previsões para um curto período de tempo.

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Malha de dispositivos 

O termo malha de dispositivos refere-se a um extenso conjunto de pontos utilizados para acessar aplicativos e informações ou para interagir com pessoas, governos e empresas. Segundo David Cearley, vice-presidente do Gartner, o foco está no usuário móvel, que é cercado por uma malha de dispositivos que se estende muito além dos meios tradicionais, ou seja,  embora que os aplicativos tenham um controle por debaixo deles, eles, na maioria das vezes, não se comunicam. Portanto, novos produtos que consigam interligar os dados de diferentes aplicativos e expandir sua conexão terão grande valor no mercado.

 

Experiência ambiente-usuário

Aplicativos que possui um local imersivo, que fornece realidade virtual e aumentada, possuem um grande potencial, mas são apenas uma questão de experiência. A vivência ambiente-usuário mantém o usuário interessado e faz com que a experiência flua de forma mais natural, misturando o ambiente ao seu redor com a imersão dos ambientes virtuais.

 

Impressão 3D

Os investimentos em impressão 3D (três dimensões) já possibilitaram o uso de uma ampla gama de materiais: fibra de carbono, vidro, eletrônicos, entre outros. Essas inovações estão impulsionando a demanda do usuário, e as aplicações práticas estão se expandindo para mais setores, incluindo o aeroespacial, médico, automotivo, de energia e militar. Estima-se que haverá uma crescente oferta de 64,1% anual até 2019.

 

Informação de tudo

Com o advento da tecnologia e de suas aplicações, foi gerado inúmeros dados, os quais vão além de textual, áudio e de vídeo, incluindo informações sensoriais e contextuais. O termo “informação de tudo” aborda as estratégias e tecnologias para conectar dados de todas essas diferentes fontes. Os avanços nas ferramentas semânticas, como banco de dados de gráfico, e ferramentas de análise trarão sentido para o dilúvio de informações.

 

Aprendizagem de máquina

No estágio atual do mundo, com o avanço da tecnologia e com o aglomerado de dados, a computação necessita, além da gestão de informação, criar sistemas que consigam aprender e perceber o mundo de forma autônoma e tornar as empresas mais inteligentes.

As múltiplas fontes de dados e a complexidade da informação tornam inviáveis e não rentáveis a classificação e análise manual. Sistemas que consigam aprender e tomar decisões irão automatizar essas tarefas e possibilitaram a abordagem de novas tendências. Esses sistemas aprendem por si mesmos todos os recursos em seu ambiente e conseguem se adaptar quando houver alguma mudança em seu meio.

 

Agentes e equipamentos autônomos

O aprendizado de máquina dá origem a um leque de implementações de equipamentos inteligentes: robôs, assistentes pessoais; que atuam de forma autônoma ou, pelos, semiautônoma. Assistentes Pessoais Virtuais como o Google Now, o Cortana da Microsoft e o Siri da Apple estão se tornando mais inteligentes e são precursores de agentes autônomos. O surgimento da noção de assistência alimenta a experiência usuário-ambiente, no qual um agente autônomo se torna a interface com o usuário principal. Em vez de interagir com menus, formulários e botões em um smartphone, o indivíduo fala com um aplicativo, que é realmente um agente inteligente.

“Ao longo dos próximos cinco anos evoluiremos para um mundo pós-aplicativos, com agentes inteligentes fornecendo ações e interfaces dinâmicas e contextuais. Os líderes de TI devem explorar como usar equipamentos e agentes autônomos para aumentar a atividade, permitindo que as pessoas façam apenas os trabalhos que humanos podem fazer. No entanto, eles devem reconhecer que agentes e equipamentos inteligentes são um fenômeno de longo prazo, que evoluirá continuamente e expandirá seus usos nos próximos 20 anos”, projeta o vice-presidente do Gartner.

 

Arquitetura de segurança adaptativa

As complexidades dos negócios digitais somado com a economia algorítmica e de hardware, combinada com o grande número de hackers, aumentam significativamente a  superfície  de ameaça às organizações. A autoproteção de aplicativos e a análise de comportamento de usuários e entidades ajudarão a cumprir a arquitetura de segurança adaptativa.

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